James Gunn revelou que a imagem de Christopher Smith — o Pacificador — foi inicialmente escrita para outro ator, mas acabou ficando com John Cena. Segundo o diretor, a ideia original e a primeira escolha da equipe criativa eram diferentes do que o público viu: Gunn ofereceu o papel a Dave Bautista, mas ele precisou recusar — e assim o lugar de Pacificador foi assumido pelo wrestler e ator John Cena. A escolha inicial — Dave Bautista Em entrevista ao programa de Howard Stern, Gunn contou que o personagem de Christopher Smith foi escrito pensando em Bautista. O diretor explicou que chegou a convidá-lo para o projeto, mas as condições oferecidas (dois filmes e um cachê limitado) não agradaram o ator, que preferiu aceitar outra proposta mais vantajosa. Por que Bautista recusou Gunn esclareceu que a recusa estava ligada ao pagamento e aos compromissos: a oferta exigia participação em duas produções com baixa remuneração. Bautista, então, optou por “ir para onde pagavam mais”, segundo o diretor. Isso abriu caminho para outro candidato. Como John Cena conseguiu o papel Após a saída de Bautista, Gunn voltou sua atenção para John Cena. O diretor disse que já conhecia o trabalho do ator e sempre acreditou em seu potencial. O encontro entre eles foi decisivo: “Nós nos conhecemos, conversamos e imediatamente viramos amigos”. Essa conexão convenceu Gunn a dar a ele o papel. O cineasta também destacou que, desde então, trabalhou com Cena “mais do que com qualquer outro ator”, chamando-o de “cara incrível” e “ator excepcional”. O que isso significa para o Pacificador e o DCU Com a interpretação de John Cena, o Pacificador passou a ser fortemente associado ao ator: o personagem ganhou enorme popularidade e até uma série própria, “Pacificador”, que expandiu sua história além do filme O Esquadrão Suicida 2: Missão Secreta. Segundo Gunn, o personagem continuará a se desenvolver no universo renovado da DC sob sua direção criativa.
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